
O amor é como o amanhecer no deserto, como uma rajada de vento fria numa planície montanhosa, como um suspiro do mar na imensidão do horizonte, como um milhar de sons trespassando o compreensível, é como planar no infinito. É cego mas vê, é fogo mas queima, consome o olhar e o coração, corrompe e compromete, encurrala e deixa sem fôlego quem o devora e mastiga pela eternidade.
O amor é a cura para a doença da vida.
Caros concidadãos venho por este meio expressar a minha indignação, desprezo, revolta, escárnio, gosma, abominação, podridão, desdém, desapreço, insurreição, repulsa, aversão, secura, execração, nojo, repugnância, asco e pesar por ter reencarnado o Pessoa às 06:00 da manhã.
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